Aventura de Gally #001 “O Soldado” 17


 

 

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17 pensamentos em “Aventura de Gally #001 “O Soldado”

  • Waldemar Lene Chaves

    Tanto a arte quanto o roteiro são excelentes! A única ressalva que faço é quanto aos erros de digitação nos balões, que são bem frequentes. Basta serem mais minuciosos na revisão do texto, e ficará simplesmente perfeito. Parabéns aos autores! Mal posso esperar pelo próximo capítulo.

     
  • Gabriel Barros

    É legal poder ler a primeira história com um capítulo concluído aqui do Lamen.

    A arte é bonita, e como deve ser em um quadrinho: servir à narrativa, a mantendo fluída. Parabéns.

    A parte conceitual é interessante. Nada novo, mas que sempre agrada, o de transpor mitos e histórias para o mundo dos animais, palco de grandes histórias, muitas vezes. O único problema é: não me parece uma história que nunca vimos antes. Vou esperar para ser surpreendido.

    Antes de mais nada, devo dizer que a leitura foi muito prazerosa, e que apesar das críticas, o trabalho foi muito bem realizado. É uma história de fato(e não só “tenta” ser, como tantas outras que vemos por aí). No entanto, uma coisa me incomodou muito: a “sensualização”(não chega a ser isto, mas na falta de uma palavra melhor, espero que entenda) da personagem é desnecessária. Não só visual, como contextual. Juro que em algumas páginas pensei que tudo ia descambar para um hentai bizarro. Medo. Felizmente não aconteceu, e espero que nunca aconteça. Para mim, a personagem encanta muito mais pelo carisma do traço, e da personalidade,em algumas passagens, do que por poses ou diálogos desnecessariamente insinuantes. Mas este sou eu. Lendo o primeiro capítulo. Opiniões sempre podem ser mudadas. 🙂

    Existe uma máxima entre escritores: “Show, don’t tell”, ou “Mostre, não conte”. Se em livros isto é importante, em mídias visuais, deveria estar tatuado no braço do escritor para ele nunca esquecer. Não quero ensinar ninguém a contar histórias, mas apague os captions de todo o prólogo da ratinha que eu vou continuar entendendo a história e – principalmente – não vou ser distraido por palavras desnecessárias. Tudo está ali, em imagens. Não as desmereça tendo que explicar em palavras. E eu me sinto mais burro ainda quando o gato aparece novamente e eu tenho que ser lembrado de que “É ele!”. Qual é, eu to lendo a história, confie na minha habilidade de lembrar de algo que li há menos de 2 minutos, poxa! Haha

    Há algumas outras passagens, inclusive, que o diálogo parece não trabalhar junto com a imagem, o que atrapalha muito a leitura, tendo que se distanciar da história, e pausar para tentar entender o que devo interpretar: a imagem ou o que está escrito(vide Página 3, em que a ratinha profere um “Unf”, enquanto seu rosto não condiz com isto). Outros problemas com balões, como no primeiro painel da página 4, em que os diálogos não respeitam a ordem Cima-Baixo Esqueda-Direita.

    No entanto, a coisa que mais incomoda é o desfecho: é corrido. Poderia muito bem ter esperado para resolver a história em mais páginas. Antes uma boa história contada ao longo de algumas semanas do que uma corrida. Quando uma história é resolvida através de diálogos totalmente expositórios para ‘explicar’ o que houve, há alguma coisa errada. A história ainda não estava pronta para terminar(e digo a história mostrada aí, não a história toda, claro) e o diálogo final “finge” que realmente houve uma jornada ali, mas eu não vi nenhuma. A ideia clássica do herói, em sua jornada, monomítica, é sempre interessante e universal, fazendo novos aliados ao longo do caminho e adquirindo experiência ao mesmo tempo que os transforma. Tudo isso está aí, só falta ser executado com calma e profundidade, para terem verdadeiro significado para os personagens. E, mais importante, para quem lê.

    Boa sorte na sua jornada(e na dela também).

     
  • Alexander Macno

    Traço muito foda! Isso mostra que não temos só Maurício de Souza no mercado. Temos que fomentar a carreira de novos autores!

     
  • Burai

    Achei as retículas digitais visualmente cansativas, algumas até dão efeito de “moiré”, acho que tons de cinza seriam mais agradáveis e funcionaria melhor.